A quantidade de mercúrio em uma única lâmpada fluorescente comum é capaz de tornar não potável cerca de 20 mil litros de água.
Quantidade aproximada de Mercúrio encontrada em lâmpadas:
Fluorescente- 15mg
Mixta-17mg
Vapor de Mercúrio-32mg
Vapor de sodio- 19mg
Vapor metalico-45mg
Fluorescente compacta- 4mg.
Fonte: ABILUX
AS LÂMPADAS
O Brasil possui um consumo médio anual de quase 100 milhões de lâmpadas fluorescentes e apenas 6% das lâmpadas descartadas passam por algum processo de reciclagem. Esse índice precisa ser bem maior, pois as lâmpadas fluorescentes estão na lista de resíduos nocivos, uma vez que contêm substâncias químicas que afetam o ser humano e o meio ambiente, como o mercúrio, um metal pesado que uma vez ingerido ou inalado causa efeitos desastrosos ao sistema nervoso. Ainda que o impacto sobre o meio ambiente causado por uma única lâmpada seja desprezível, o somatório das lâmpadas descartadas anualmente terá efeito sensível sobre os locais onde são dispostas.
Enquanto intacta a lâmpada não oferece risco. Entretanto, ao romper-se quando descartada inadequadamente no meio ambiente, uma lâmpada fluorescente emite vapores de mercúrio que são absorvidos pelos organismos vivos, contaminando-os; se forem lançadas em aterro as lâmpadas contaminam o solo e, mais tarde, os cursos d’água, chegando à cadeia alimentar.
Além das lâmpadas fluorescentes, também contêm mercúrio as lâmpadas de vapor de mercúrio, as de vapor de sódio e as de luz mista.
No Brasil, muitos usuários dessas lâmpadas, conscientes do fato e já alertados pela norma brasileira NBR 10004 que impõe limites rigorosos à presença de mercúrio nos resíduos sólidos, já estão evitando mais essa contaminação do meio ambiente.
Os valores admissíveis de presença do mercúrio no ambiente e nos organismos vivos são estabelecidos por normas que estabelecem limites de tolerância Biológica. A legislação brasileira através das Normas Regulamentadoras (NRs) do Ministério do Trabalho e a Organização Mundial de Saúde e através da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT NBR10004) estabelece como limite de tolerância biológica para o ser humano, a taxa de 33 microgramas de mercúrio por grama de creatinina urinária e 0,04 miligramas por metro cúbico de ar no ambiente de trabalho. O mercúrio ocupa lugar de destaque entre as substâncias mais perigosas relacionadas nessas normas. Por sua vez a norma regulamentadora NR15, do Ministério do Trabalho, que trata das atividades e operações em locais insalubres, também lista o mercúrio como um dos principais agentes nocivos que afetam a saúde do trabalhador.
As revendas procuram recolher as lâmpadas queimadas, mas a maioria dos consumidores não dá a destinação final correta para os resíduos perigosos.
O Brasil possui um consumo médio anual de quase 100 milhões de lâmpadas fluorescentes e apenas 6% das lâmpadas descartadas passam por algum processo de reciclagem. Esse índice precisa ser bem maior, pois as lâmpadas fluorescentes estão na lista de resíduos nocivos, uma vez que contêm substâncias químicas que afetam o ser humano e o meio ambiente, como o mercúrio, um metal pesado que uma vez ingerido ou inalado causa efeitos desastrosos ao sistema nervoso. Ainda que o impacto sobre o meio ambiente causado por uma única lâmpada seja desprezível, o somatório das lâmpadas descartadas anualmente terá efeito sensível sobre os locais onde são dispostas.
Enquanto intacta a lâmpada não oferece risco. Entretanto, ao romper-se quando descartada inadequadamente no meio ambiente, uma lâmpada fluorescente emite vapores de mercúrio que são absorvidos pelos organismos vivos, contaminando-os; se forem lançadas em aterro as lâmpadas contaminam o solo e, mais tarde, os cursos d’água, chegando à cadeia alimentar.
Além das lâmpadas fluorescentes, também contêm mercúrio as lâmpadas de vapor de mercúrio, as de vapor de sódio e as de luz mista.
No Brasil, muitos usuários dessas lâmpadas, conscientes do fato e já alertados pela norma brasileira NBR 10004 que impõe limites rigorosos à presença de mercúrio nos resíduos sólidos, já estão evitando mais essa contaminação do meio ambiente.
Os valores admissíveis de presença do mercúrio no ambiente e nos organismos vivos são estabelecidos por normas que estabelecem limites de tolerância Biológica. A legislação brasileira através das Normas Regulamentadoras (NRs) do Ministério do Trabalho e a Organização Mundial de Saúde e através da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT NBR10004)estabelece como limite de tolerância biológica para o ser humano, a taxa de 33 microgramas de mercúrio por grama de creatinina urinária e 0,04 miligramas por metro cúbico de ar no ambiente de trabalho. O mercúrio ocupa lugar de destaque entre as substâncias mais perigosas relacionadas nessas normas. Por sua vez a norma regulamentadora NR15, do Ministério do Trabalho, que trata das atividades e operações em locais insalubres, também lista o mercúrio como um dos principais agentes nocivos que afetam a saúde do trabalhador.
As revendas procuram recolher as lâmpadas queimadas, mas a maioria dos consumidores não dá a destinação final correta para os resíduos perigosos.
Mercúrio é um metal inorgânico branco-prateado, com expansão térmica volumétrica uniforme e boa condução elétrica. Ele forma facilmente amalgama com outros metais exceto o ferro, sendo usado mais comumente na fabricação de químicos e aplicações eletro-eletrônicas. Ele é encontrado em mais de 10.000 produtos diferentes, como lâmpadas fluorescentes, baterias, telas de televisores e computador, resíduos militares, químicos, dentários e médicos, termômetros, filtros, relays, retificadores, manômetros, etc.
O mercúrio é uma neurotoxina bio-acumuladora persistente, que triplicou sua presença na atmosfera e oceanos, no ultimo século, colocando em risco a saúde humana, dos animais e o equilíbrio ecológico. A recuperação do mercúrio via reciclagem é de primordial importância para se evitar contaminações.
Cenóbio, o principal minério do qual o mercúrio é extraído, tem sido explorado desde os tempos do Império Romano. Esse minério contem até 86% de mercúrio. Almaden na Mayasa, Espanha, é a maior e mais antiga mina de Cenóbio do mundo. Ela extraiu mercúrio por 2500 anos, mas extinguiu a produção em 2003. Um terço da fabricação de mercúrio mundial era proveniente dessa mina. Com o aumento da produção de itens contendo mercúrio, existe então, a possibilidade de uma futura escassez desse produto no mercado, o que deve incentivar a redução de seu uso e busca de materiais alternativos, como subproduto oriundo das soluções de reciclagem da MRT. Subproduto esse que vem sendo reutilizado por fabricantes e recicladores, devido a seu alto grau de pureza.
A CONTAMINAÇÃO
A maioria do mercúrio encontrado em lagos, riachos, rios e oceanos vêm da atmosfera. O vento transporta a grande distâncias, o mercúrio que se encontra no ar. Ele é transferido do ar para o solo e águas, principalmente através da chuva e neve, contaminando lugares remotos, a centenas de quilômetros da origem do escape de mercúrio.
Como se da á liberação do mercúrio?
Quebra de tubos e derramamento de mercúrio liquido em laboratórios. O mercúrio ‘rola’ e se aloja em rachaduras, poeira, etc.
- Descarte indevido de material de consumo domiciliar contendo mercúrio, em lixões e aterros.
- Manuseio e descarte indevido de resíduos industriais, médicos, odontológicos, químicos, militares, etc.
- A chuva ácida provoca níveis mais altos de mercúrio nos tecidos dos peixes. A exposição humana a o Monometimercurio se dá devido ao consumo de peixes e mamíferos marinhos. Ele se acumula principalmente nos cabelos, e sua concentração ai, é diretamente proporcional a sua concentração no sangue. O cabelo age então, como registro histórico de níveis sanguíneos no passado.
- Quanto á área funcional, a exposição maior ao mercúrio ocorre com funcionários de certas indústrias e em consultórios odontologias (restaurações de amálgama liberam vapor de mercúrio). O vapor inalado dissolve no sangue e é rapidamente circulado pelos tecidos do corpo.
Se não for descartado em locais adequados e com o devido tratamento, o mercúrio pode trazer sérios prejuízos ao meio ambiente, como a contaminação do solo, da água e do ar, e conseqüentemente, ocasionar efeitos nocivos aos seres vivos, como por exemplo:
EFEITOS DO MERCÚRIO NOS HUMANOS
- O mercúrio é uma neurotoxina potente que pode afetar o cérebro, rins e fígado. Testes elaborados por cientistas em 1997 demonstraram que vapor de mercúrio inalado por animais produziram uma lesão molecular no metabolismo de proteínas no cérebro, que é semelhante a 80% das lesões encontradas em humanos com Alzhaimers. Assista a um vídeo sobre posteriores pesquisas de cientistas canadenses, que mostram os danos causados aos neurônios humanos.
- Ele pode entrar pela pele, atravessar a placenta e as barreiras de sangue do cérebro e se acumular nas membranas do cérebro do feto causando degeneração, se a mãe for exposta a uma quantidade significativa desse metal (em vapor ou outras formas).
- Mulheres grávidas, amamentando, crianças e possíveis futuras mães de 15-44 anos de idade, fazem parte da população de risco com relação a esse tipo de contaminação. O governo americano, por exemplo, recomenda que mulheres grávidas não consumam mais que 340 gramas semanais de peixe e frutos do mar, para evitar contaminação com mercúrio.
Uma pesquisa nos Estados Unidos revelou que 1 em cada 12 mulheres em idade de procriação demonstrou níveis perigosos de mercúrio, o que equivale a 300.000 crianças que nascem todos os anos nesse pais, com risco de exposição aos efeitos do mercúrio.
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